segunda-feira, 14 de julho de 2008

Azul Profundo - Henriqueta Lisboa



(Tela de Wassily Kandinsky)
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Azul profundo, ó bela
noite inefável dos
pensamentos de amor!
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Ó estrela perfeita
sobre o espesso horizonte!
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Ó ternura dos lagos
refletindo montanhas!
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Ó virginal odor
de primavera derradeira!
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Ó tesouro desconhecido
por toda a eternidade!
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Ó luz da solidão,
ó nostalgia, ó Deus!
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Um comentário:

VANUZA PANTALEÃO/OBRA LITERÁRIA disse...

Henriqueta Lisboa, no centenário de Guimarães e um fundo de azul profundo. Aquele texto em que ousei me aproximar dos Sertões e, emblematicamente, usando Diadorim, foi oferecido a uma Renata tal como você: culta, bonita e pefeccionista no que busca e realiza, com a diferença que a nossa Rê de lá, está doentinha e todo carinho que lhe dermos ainda será pouco...Vou copiar o pensamento do "ROSA" para nunca mais perdê-lo.Obrigada pela sua gentil presença!