terça-feira, 28 de julho de 2009

O Luar Grisalho - Paul Verlaine


Tela de Edvard Munch
.
.
O luar grisalho
Brilha no bosque;
De cada galho
Parte uma voz que
Roça a ramada...
.
Ó bem amada,
Reflete o lago,
Espelho puro,
O vulto vago
Do choupo escuro
Que ao vento chora...
.
Sonhemos: é hora.
.
Um grande e brando
Quebrantamento
Vem, vem baixando
Do firmamento
Que o astro ilumina...
.
É a hora divina.
.
Tradução de Guilherme de Almeida
.

4 comentários:

Rose Tunala disse...

Seu bom gosto é sempre derramado em suas postagens. Passar pelo seu blog é uma mágica viagem!
Perdoa-me a ausência dos últimos tempos. Estou me organizando para estar mais presente.
Beijos, tenha uma linda semana!

Chica disse...

Que magico esse texto,renata!Pensar num luar grisalho...lindo!beijos,chica

UMA PAGINA PARA DOIS disse...

A amizade é assim:
É sentir o carinho,
É ouvir o chamado.
É saber o momento
de ficar calado.
Amizade é somar
alegrias, dividir tristeza.
É respeitar o espaço,
silenciar o segredo.
È a certeza
da mão estentida.
A cumplicidade que
não se explica,
Apenas vive!

¨Olavio Roberto¨
Desejo um lindo final de semana
Abraços

UMA PAGINA PARA DOIS disse...

A amizade é assim:
É sentir o carinho,
É ouvir o chamado.
É saber o momento
de ficar calado.
Amizade é somar
alegrias, dividir tristeza.
É respeitar o espaço,
silenciar o segredo.
È a certeza
da mão estentida.
A cumplicidade que
não se explica,
Apenas vive!

¨Olavio Roberto¨
Desejo um lindo final de semana
Abraços